O mal a si mesmo
Wellington Miranda
Nascemos e
aprendemos ràpido o que é certo ou errado, bom ou mau, viàvel ou inviàvel.
Quando criança,
nos ensinam que o buraco da tomada dà choque e que brincar com uma onça pode
significar a morte. Assim, também nos ensinam a ter medo das coisas, animais e
até de pessoas como um meio de sobrevivencia.
Considerando o
que aprendemos de bom, podemos dizer que nos estragamos quando fazemos
justamente aquilo que vai ao contràrio. Alguns dirao que é relativo, eu vos
digo que é fato!
Fazemos mal a
nòs mesmos:
Quando deixamos
de orar para ficar assistindo ao que nao presta. Isso nos afastarà de Deus,
aquele que nos criou. Quando damos
atençao exagerada ao medo e as maneiras mesquinhas de pensar. Quando nos
tornamos viciados em qualquer coisa que nos escravise ( sexo, pornografia,
drogas, facebook, internet, mentira, hipocrisia, corrupçao, etc...). Quando
deixamos de rir, considerando que o sorriso contribui para a criatividade.
Quando acreditamos que dinheiro nos traz felicidade e que os momentos de prazer
sao eternos.
Fazemos mal a
nòs mesmos:
Quando por
pensar que nao tem jeito, nos rendemos ao jeito errado, imoral, anti-ético. Ao
achar que por muitas coisas ruins acontecerem conosco, somos amaldiçoados e
desgraçados, desistindo da vida. Quando por medo de sofrer deixamos de tentar,
avançar. Quando passamos mais tempo vendo noticiàrios do que lendo um bom
livro. Quando achamos que a culpa sempre é do outro e que o mundo inteiro està
contra nòs. Quando passamos a ter certeza que somos melhor que o outro, que o
que fazemos tem mais valor e que por isso, merecemos mais, esquecendo o que jà
fizeram por nòs.
Fazemos mal a
nòs mesmos:
Quando pouco a
pouco nos distanciamos dos filhos, nao dando atençao devida e ouvido
necessàrio. Sem saber, contribuìmos para sua busca de informaçao e desabafo
fora do lar, no ombro de qualquer outro... Quando nao dizemos o “nao”
necessàrio e na hora devida por receio do que os outros pensarao! Quando nao
abandonamos os maus hàbitos e nem incorporamos novos. Quando nao exercitamos o
bom humor, a tolerancia, a afetividade e o perdao.
Fazemos mal a
nòs mesmos:
Quando levamos
vantagem ilìcita sobre o pròximo, usufruìmos do dinheiro ilìcito e nao
denunciamos as falcatruas atràs dos lençòis polìticos que nos prometem uma
“vida melhor”. Quando ao invés de recorrer à cruz, recorremos às pessoas!
Quando ao invés de me aconselhar primeiro com o Pai, peço opiniao aos
invejosos, pessimistas e desmotivadores. Quando acreditamos que a mentira,
fofoca e avareza sao menos prejudiciais que os pecados sexuais enfatizados pela
religiao. Quando cremos que somos capazes de resolver problemas sem a ajuda de
um outro!
Fazemos mal a
nòs mesmos:
Quando nao
cultivamos hàbitos que nos promovem saude fìsica, espiritual e mental. Quando
acreditamos que casamento, famìlia e vinculos amorosos sao coisas do passado,
valores ultrapassados e coisificamos a vida! Quando nos entregamos à opressao
do dia ao invés de um bom deleite com uma bela cançao. Quando vemos
experiencias ruins como fracasso e tentativas que nao deram certo como
frustraçao!
Fazemos mal a
nòs mesmos:
Quando por
preguiça, deixamos de cumprimentar o nascer do sol e seus raios que brotam no
horizonte, abrindo mao de mais um dia...Quando nao deixamos nosso coraçao ser
inteiro do Senhor e assim, nos afastamos
de seus estatutos e nao guardamos seus mandamentos, permitindo que nossa alma
se perca ou ainda, se estacione em lugares incertos ou inconvenientes. Quando
dizemos que amamos a Deus, mas odiamos nosso pròximo! Pois quem nao ama a seu
irmao, ao qual ve, como pode amar a Deus, a quem nao viu?
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