sábado, 5 de janeiro de 2013


O mal a si mesmo

Wellington Miranda

Nascemos e aprendemos ràpido o que é certo ou errado, bom ou mau, viàvel ou inviàvel.
Quando criança, nos ensinam que o buraco da tomada dà choque e que brincar com uma onça pode significar a morte. Assim, também nos ensinam a ter medo das coisas, animais e até de pessoas como um meio de sobrevivencia.
Considerando o que aprendemos de bom, podemos dizer que nos estragamos quando fazemos justamente aquilo que vai ao contràrio. Alguns dirao que é relativo, eu vos digo que é fato!
Fazemos mal a nòs mesmos:
Quando deixamos de orar para ficar assistindo ao que nao presta. Isso nos afastarà de Deus, aquele que  nos criou. Quando damos atençao exagerada ao medo e as maneiras mesquinhas de pensar. Quando nos tornamos viciados em qualquer coisa que nos escravise ( sexo, pornografia, drogas, facebook, internet, mentira, hipocrisia, corrupçao, etc...). Quando deixamos de rir, considerando que o sorriso contribui para a criatividade. Quando acreditamos que dinheiro nos traz felicidade e que os momentos de prazer sao eternos.
Fazemos mal a nòs mesmos:
Quando por pensar que nao tem jeito, nos rendemos ao jeito errado, imoral, anti-ético. Ao achar que por muitas coisas ruins acontecerem conosco, somos amaldiçoados e desgraçados, desistindo da vida. Quando por medo de sofrer deixamos de tentar, avançar. Quando passamos mais tempo vendo noticiàrios do que lendo um bom livro. Quando achamos que a culpa sempre é do outro e que o mundo inteiro està contra nòs. Quando passamos a ter certeza que somos melhor que o outro, que o que fazemos tem mais valor e que por isso, merecemos mais, esquecendo o que jà fizeram por nòs.
Fazemos mal a nòs mesmos:
Quando pouco a pouco nos distanciamos dos filhos, nao dando atençao devida e ouvido necessàrio. Sem saber, contribuìmos para sua busca de informaçao e desabafo fora do lar, no ombro de qualquer outro... Quando nao dizemos o “nao” necessàrio e na hora devida por receio do que os outros pensarao! Quando nao abandonamos os maus hàbitos e nem incorporamos novos. Quando nao exercitamos o bom humor, a tolerancia, a afetividade e o perdao.
Fazemos mal a nòs mesmos:
Quando levamos vantagem ilìcita sobre o pròximo, usufruìmos do dinheiro ilìcito e nao denunciamos as falcatruas atràs dos lençòis polìticos que nos prometem uma “vida melhor”. Quando ao invés de recorrer à cruz, recorremos às pessoas! Quando ao invés de me aconselhar primeiro com o Pai, peço opiniao aos invejosos, pessimistas e desmotivadores. Quando acreditamos que a mentira, fofoca e avareza sao menos prejudiciais que os pecados sexuais enfatizados pela religiao. Quando cremos que somos capazes de resolver problemas sem a ajuda de um outro!
Fazemos mal a nòs mesmos:
Quando nao cultivamos hàbitos que nos promovem saude fìsica, espiritual e mental. Quando acreditamos que casamento, famìlia e vinculos amorosos sao coisas do passado, valores ultrapassados e coisificamos a vida! Quando nos entregamos à opressao do dia ao invés de um bom deleite com uma bela cançao. Quando vemos experiencias ruins como fracasso e tentativas que nao deram certo como frustraçao!
Fazemos mal a nòs mesmos:
Quando por preguiça, deixamos de cumprimentar o nascer do sol e seus raios que brotam no horizonte, abrindo mao de mais um dia...Quando nao deixamos nosso coraçao ser inteiro do Senhor e assim,  nos afastamos de seus estatutos e nao guardamos seus mandamentos, permitindo que nossa alma se perca ou ainda, se estacione em lugares incertos ou inconvenientes. Quando dizemos que amamos a Deus, mas odiamos nosso pròximo! Pois quem nao ama a seu irmao, ao qual ve, como pode amar a Deus, a quem nao viu?

Fazemos mal a nòs mesmos...

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